Você adora um bad boy ou segue a linha "cafa" bom é "cafa" morto?
Príncipe versus sapo
Natalia Moreno - http://astrolouk.zip.net
“Sempre achei que quisesse um príncipe encantado, mas percebi que prefiro um cavaleiro. Quero um Lancelot e não um Arthur! Quero um sem-vergonha que me pegue de jeito e faça com que eu me sinta a sensação da festa. Quero alguém que me dê saudades, que olhe pra moça do lado, que minta sobre minha beleza. Quero alguém que me deixe dirigir seu carro, que não chegue devagar, que me faça dormir. Quero um canalha que deixe bem claro no primeiro encontro quem realmente é e não me faça acreditar que é perfeito para depois eu descobrir que perfeição não existe. Quero alguém que não pense nas conseqüências, que seja tão impulsivo quanto eu. (...) Quero um tranqueira porque assim saberei com quem estou lidando. Hoje eu prefiro um sapo!”
Me joga na parede e me chama de Lagartixa
Juliana Rodrigues - http://caprichosa.make-up.zip.net
“(...) Sei que o mercado oferece vários modelos de homem, mas a verdade é que não dá pra resistir à lábia de um bom cafajeste. Homens, chega de bancarem o estilo romântico babão, porque este perfil não nos convence mais. Desculpem os bonzinhos, mas um pouco de ousadia é fundamental e as mulheres adoram. Queremos nos surpreender com as atitudes que só o cafajeste tem. Ele chega de repente, como quem não quer nada. E usa o poder insuportavelmente irresistível de sedução, com palavras certas, na hora certa, conquistando o controle, sabendo quando e como agir. E tem a pegada como nenhum bom moço jamais terá. Poderia até ser o homem perfeito, se não fossem por algumas falhas de vilão amoroso que nos faz sofrer: só está disponível por tempo (in)determinado, desaparecendo tão rápido quanto apareceu (...).”
Cafajeste particular
Thais Aragão - http://tlics.blogger.com.br
“Os maus despertam a nossa emoção e paixão mas, no fundo, sabemos que um dia eles irão nos deixar e choraremos rios de lágrimas. Eles transformam nossas maiores loucuras em realidade. Nos colocam na garupa da moto e dão uma volta na cidade. Os bons despertam o que há de bom em nós e nos tratam como princesas. Não ligam avisando o que vão fazer. Ligam perguntando: o que vamos fazer? Mas, sei não, acho que o que toda mulher precisa é uma mistura dos dois. Que ele faça faltar o ar, mas que deixe flores pela manhã. Que derreta com o olhar, mas que se derreta também por você. Que abrace com vontade, mas, que seja de toda sinceridade. Que ele seja um cajafeste, mas que seja só seu.
Brandos, Mastroiannis e afins
Alessandra de Castro - http://www.deferiasnesteplaneta.blogspot.com
“Costurar pela centésima vez um botão da camisa favorita, mexer constantemente na imagem da televisão que nunca fica perfeita ou comprar um sapato lindo, mesmo que fique apertado no pé, são apenas alguns exemplos que revelam o porquê das mulheres gostarem tanto dos cafajestes. Somos naturalmente programadas para consertar coisas que muitas pessoas consideram estragadas; gostamos do desafio, do vencer pelo cansaço e conquistar algo com honras e mérito, sangue e suor. Nunca acreditamos que estamos sofrendo nas mãos deles, é tudo uma questão de tempo e dedicação para transformar o canalha em um verdadeiro príncipe dos contos de fadas, mas creio que hoje em dia essa historia anda mais complicada. (...) A pose de cafajeste é sim algo atraente, chama atenção, porém, as ações não são mais as mesmas e só sendo muito desprovida de inteligência para gostar de um cara que não liga no dia seguinte ou que fica com outra na sua frente (...).”
Briga de grandes
Lívia Estrella - http://lidusurf.blogspot.com
“Não tenho jeito. Adoro um romantismo, declaracõezinhas em público e tal, mas não consigo me apaixonar por caras bonzinhos. Meus amigos dizem que eu só gosto de cara que não presta. É verdade. (...) O que me atrai é a coragem. Pra mim, o verdadeiro homem com h maiúsculo é esse. Coragem de enganar duas (ou duzentas?) mulheres ao mesmo tempo (a tal cara de pau), coragem suficiente para enfrentar o que for necessário a fim de conquistar seu objetivo (ou sua vítima!). É isso que me fascina. Pode ser que seja até uma disputa de egos, quem sabe?, uma competição para ver quem é mais forte (eu ou ele), quem vai dominar quem, quem vai se render, quem vai afrouxar ou amaciar o outro primeiro. Por isso, deixem-me quebrar a cara. É disso que eu gosto: guerrear.”
Cafajestice fake
Monique Negrão - http://www.caixinhademusica.blogger.com.br/
“Não é de se estranhar que, aos olhos das mocinhas indefesas, o cafajeste tenha um brilho especial. Eles aparentam ser melhores em tudo. Mas é só uma questão de charme. Eles devem ter alguma técnica aperfeiçoada ou dom de hipnotizar para causar arrepios e suspiros generalizados, quando não desmaios. Enquanto tudo não passa de olhares e suspiros, tudo bem. Mas quando você se apaixona por um desses Don Juans de araque e começa a sofrer, não tem nada de charmoso. Eu prefiro um cafajeste desses meio fakes que andam por aí, que latem mas não mordem, que tem um jeitinho de cafa mas de cafa não têm nada. Amam de verdade, são fiéis e muito carinhosos. Aqueles que, no meio da noite, ainda têm pesadelos e quem vai confortar os inveterados é ninguém mais ninguém menos que a mamãe.”
Coraçõezinhos? Sorrisos bobos? Abraços apaixonados? É somente disso que você lembra quando pensa no Dia dos Namorados? Esqueça. Tem gente que não suporta cheiro de rosa ou bichinho de pelúcia por perto, no fatídico 12 de junho.
Confira de perto todo o ódio que algumas garotas do Tudo de Blog sentem por essa data e divida seu comentário com a gente: só não gosta do Dia dos Namorados quem está encalhado ou esse clima amoroso-comercial é mesmo muito irritante, até para quem já encontrou seu amor?
A real felicidade
Bárbara Mançanares - http://www.defloraflor.blogspot.com
“Pessoas melosas, cartões melosos e datas melosas me dão ânsia. Daquelas bem agudas. Quando chega o dia dos namorados, compro todo o estoque de vomistop na farmácia mais próxima. Existe coisa mais cafona que um casal de mãos dadas, no domingo, na pracinha da cidade? Claro que não. Aliás, tem sim: aqueles carros de mensagem que colocam de fundo uma música clááássica com saxofone e lêem um versinho tirado de um site de poesias baratas. Eu, que não tenho namorado nem rolo nem nada, é que estou por cima. Ganhar presentinho para quê? É bom que eu não preciso dar e economizo. Assim posso alugar filmes românticos lindos, super melodramáticos, acompanhados de uma caixa de chocolate e muito doritos. Eu é que sou feliz,minha gente.”
Sendo bem sincera
Ana Carolina Spadin - http://www.justmyhellf.blogspot.com
“Não me importo nem um pouco com o Dia dos Namorados. Não ligo em andar pelas ruas escuras perto de casa e ver as vitrines dos mais variados lugares cheias de corações e flechas do cupido e também não me importo nem um pouco em ouvir as pessoas pensando alto no que dar para seus amores. Na verdade, acho in-crí-vel! É o máximo ver todo o mundo se descabelando enquanto eu lixo as minhas unhas pacientemente, sem me preocupar com presentes ou onde vou colocar as flores, porque eu não vou receber. Pra ser bem sincera, eu até arriscaria dizer que odeio o dia dos namorados. (...) Odeio o dia dos namorados mesmo porque não tenho idéia de como deve ser passar ele junto com alguém, odeio principalmente porque tenho que assumir uma pose blasè e fingir que nem me importo em me sentir a última solitária do mundo. Não, solitária não. Eu ainda tenho o meu cobertor e o meu pote de sorvete.”
O dia do fingimento
Vanessa Bittencourt - http://pollyok2.zip.net
“Para mim, o dia 12 de junho é o dia do fingimento. Dia de fingir que não estou vendo pequenos corações saindo das cabeças dos casais. Dia de fingir que não me importo com o açúcar que sai dos apaixonados (onde estão as formigas quando preciso delas?). Dia de fingir que não me incomoda o fato de estar solteira e não ter nem que comprar, nem que ganhar presentes. Dia de fingir que não é chato não ter alguém para dizer Eu te amo. Dia de fingir que o amor não é lá grande coisa e que 12 de junho não é nada mais do que a véspera de 13 de junho.”
Dia de quê?
Vanessa Negrão - http://www.nopainnogain.blogger.com.br
“Nunca liguei para o dia dos namorados, acompanhada ou não. Sozinha, nunca sofri com as propagandas. E o primeiro namorado que conseguiu agüentar até essa data chegou à minha casa com quatro pacotes, bombons franceses e foi recebido com um: Presente? Que dia é hoje? Então, com a desculpa de que eu esqueci o presente dele na casa da minha tia, comprei alguma bobagem, dias depois. Pra mim, o dia dos namorados não significa nada. Dias legais são aqueles em que você comemora aniversário de namoro, do primeiro beijo, de um dia especial, de uma viagem... Muito mais legal comemorar datas particulares – e com significado – do que passar um dia enfrentando filas enquanto metade do mundo celebra o simples fato de ter alguém pra chamar de seu.”
No dia 12 de junho...
Bruna de Freitas - http://ruadasilusoes.zip.net
“... vou acordar mal-humorada, enrolar até me arrumar para ir pra escola, tomar café correndo e sentir que vou perder minha carona se continuar demorando tanto para pentear o cabelo. Depois vou chegar na escola e achar primeiramente as minhas amigas solteiras. Na hora do intervalo, vamos ver 48746541 de casais trocando presentes, beijinhos, abraços, sorrisos e mil e uma coisas que não lembro. Irei para casa almoçar e com certeza me depararei com casais felizes andando juntos e mil corações espalhados pelas lojas. A cartolina vermelha das papelarias vai acabar, os cartões da seção Dia dos namorados irão acabar, os chocolates irão acabar e a minha paciência irá acabar. E, depois de tudo isso, eu vou olhar pro(s) meu(s) amor(es) platônico(s) e ver o quanto eu sou (in)feliz. E vou chegar em casa, lá pelas 9 da noite, doida para tomar banho, doida para dormir, cansada e sem namorado.”
Os 3 Ds: Dia dos namorados, Desespero e Dignidade!
Diandra Arbia - http://letrinhas-aleatorias.blogspot.com
“(...) Sabe aquele tipo de menina que duas semanas antes do Dia dos Namorados fica doida e faz tudo para ser pedida em namoro até mesmo pelo motorista do ônibus que ela pega pra ir pra aula? Então, EU ODEIO! E cruzar com uma dessas por aí me faz odiar ainda mais um tanto o dia dos namorado. Acho muito mais digno passar o dia de molho em casa, de pijama, com as amigas, comendo brigadeiro de panela, tomando tequila e vendo filme romântico do que sair desesperada à caça. Não namoro há uns quatro anos, aprendi a viver comigo mesma por que acredito que pra namorar, tem que estar apaixonada. E enquanto eu não estiver, o Dia Dos Namorados, para mim, não passará de uma comemoração com as amigas solitárias, mas cheias de dignidade!"

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