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Entre amigos
Em homenagem ao Dia do Amigo (20 de julho), as(os) meninas(os) do Tudo de Blog contaram suas histórias de amizade: as eternas, as que não deram certo, as presentes, as distantes, as que mudaram ou as que simplesmente ficaram para trás.

Mas todas vividas intensamente. Como a de Emi Vieira (a primeira da foto aqui em cima), que criou uma fábula maravilhosa para mostrar como é bom ter com quem contar (mesmo que seja um Graveto ou uma Formiga!).

E como todo mundo tem ou já teve algum grande amigo que rendeu boas lembranças, proponho um desafio: mandem suas histórias (com foto) para tudodeblog@gmail.com até o dia 27. A mais legal será publicada aqui no blog! Tenho certeza que os amigos de quem for escolhido vão adorar a homenagem!

A vaca, o graveto e a formiga


O Graveto era muito, muito seco, gostava de sertanejo e tinha um caderno com foto do KLB. A Formiga já era meiga, louca por Bon Jovi e beijava o pôster do Chorão. A Vaca queria ser a Avril Lavigne, mas costumava ouvir Legião Urbana.

Foi há muito tempo atrás, mas ninguém nunca descobriu a quem culpar, talvez tenha sido o destino ou talvez a Mãe Natureza, mas o fato é que os três acabaram indo parar na mesma fazenda.

A Vaca sorriu para a Formiga e disse “Muuu!", a formiga logo gostou dela. O Graveto não gostava da Vaca, vivia a resmungar: “Aquela vaca!”. E a Vaca, por sua vez, achava o Graveto e a Formiga um tanto quanto engraçados.

A Formiga e o Graveto, como já era de se esperar, tornaram-se grandes amigos. A Formiga carregava o Graveto nas costas e mostrava as coisas da terra, o Graveto ensinava as lições que tinha aprendido na árvore. E a Vaca, que não se encaixava na história, ficava rindo deles.

Mas os fazendeiros se incomodaram com a amizade do Graveto e da Formiga e resolveram os separar. A Vaca, vendo o quanto a Formiga estava triste, começou a lhe fazer companhia. A Formiga fazia cócegas na Vaca, que ria, e as duas se tornaram grandes amigas também.

A fazenda começou a dar lucros e superlotou. Por falta de espaço, os fazendeiros tiveram que juntar as três novamente. Logo a Vaca e o Graveto se descobriram amigos, passaram a se divertir juntos, a sair juntos e a compartilhar os mesmo gostos.

Um dia a fazenda foi invadida por lenhadores, que cortaram a Árvore. Depois daquele dia, a fábula acabou. O Graveto, a Vaca e a Formiga se transformaram em três humanas. Elas tiveram que aprender a lidar com o mundo real e, para isso, tornaram-se irmãs. Aprenderam a chorar juntas, a sorrir juntas, a se completar, porque não havia mais Árvore, não havia mais Fazenda e não havia mais os outros bichos. Eram elas e o mundo, mas elas sabiam que o mundo já era todo delas.

Hoje elas têm a certeza que as outras vão estar lá em qualquer futuro. Quando uma vier em êxtase contar que foi pedida em casamento, quando alguma estiver desesperada com a suspeita de estar grávida, quando uma precisar de uma babá para o filho, quando elas tiverem que pintar os cabelos brancos e, até mesmo, quando tiverem que chorar juntas, porque partiram para o céu.

Uma vaca, um graveto e uma formiga. Três meninas. Não precisa de nexo, coerência ou semelhança, só de uma certeza: a amizade delas é para sempre.

Feliz Dia do Amigo, minha Graveto e minha Formiga.
Nathalia Duprat  -  20/07/2008 14:57:31
21
Beber, cair e levantar
Como toda polêmica que se preza, as discussões sobre a lei seca já tomaram conta das mesas de bar do Brasil inteiro. Enquanto uns são radicalmente contra, outros a defendem com unhas e dentes. Mas existe uma questão maior que está por trás de tudo isso.

Segundo pesquisa realizada recentemente, os jovens estão bebendo cada vez mais cedo. Isso é legal?

Afinal, uma caipirinha com os amigos é um inocente e despreocupado prazer ou pode abrir caminhos para algum problema maior?

Vejam os que as blogueiras da Capricho acham do assunto e dividam sua opinião com a gente.

Ah! E não esqueçam, polêmicas a parte, álcool e direção não tem nada a ver.


Tim-tim
Tatiana Aoki - http://www.vitaminab.blogspot.com

“(...) Por que bebemos? Porque ficamos cansados de trabalhar 40h, no mínimo, por semana, queremos esquecer da nossa cor amarelada de escritório 8h por dia e temos vontade de fugir da realidade que nos corrói. Trabalhamos arduamente para termos dinheiro, que gastamos sumariamente em baladas fúteis e bebidas de gosto duvidosos, porém com efeitos deliciosamente divertidos. A solução é deixar a vida suficientemente com sentido, para que possamos nos sentir livres o suficiente de qualquer vício. Ou será que bebidas são boas o suficiente para darmos um chega pra lá nos moralistas de plantão e dizermos em caso de emergência, dê-me cerveja? Como diria nosso amigo Zeca, só no sapatinho..."

Tequila e água mineral
Aline Marasca - http://pinklipstick.blogger.com.br

“Eu não bebo. E metade das pessoas olham torto para mim quando falo isso. É passar atestado de caretice. Não que eu não goste. Drinks docinhos e cheios de frescura, acho o máximo, mas não tomo mais de três goles. Minha tolerância é baixa, então com meia caipirinha eu já estou vermelha e rindo como uma hiena. Meu grande pé atrás com a bebida é a idéia de não poder controlar o que eu faço. Não gosto de surpresas e saber que as coisas não dependem apenas de mim; imagina não conseguir comandar os meus passos? Não bebo pra esquecer, não fico de porre, não gosto de passar vergonha caindo na frente de todo o mundo. Gente bêbada estraga a festa. Álcool virou indicador social. Quanto mais se bebe, mais cool é. O melhor é contar para os amigos as façanhas na noite e como passaram mal no outro dia. Desculpe, mas isso não é pra mim.”

Limite
Gabriela Garcia - http://somedifferentlife.blogspot.com

“Comecei a beber quando tinha 13 anos e, desde então, sempre fui conhecida como aquela garota que está sempre com um copo, uma taça ou uma lata de alguma bebida na mão. Já passei por vexames, falei coisas que me arrependi de ter dito depois e já não lembrei o que aconteceu na noite anterior. O álcool já era parte de mim. (...) E tudo ia para outro nível se levado em consideração o histórico de alcoolismo na família. Minha mãe estava determinada a me mandar para uma clínica de reabilitação, mas ela cedeu depois de eu implorar para que não fosse, prometendo não beber mais. Não vou dizer que nunca mais tomei uma gota sequer, isso seria mentira, mas posso afirmar que nunca mais cheguei àquele estado. E não é por isso que nunca mais me diverti. Tenho experiência suficiente para dizer que o problema não está na bebida, mas em como se bebe. Não digo que não se deve beber, só deve haver uma certa moderação, como tudo na vida. Porque, de verdade, aquela linha tênue, uma vez cruzada, da maior diversão que você tem, pode virar seu pior problema.”

Do boteco
Gabriela Guerra - http://gabrielaguerra.blogspot.com

“Vou logo disparando que detesto boate, pegação e show de axé. Portanto, não bebo pra me inserir em nenhuma dessas situações. Eu bebo porque me dá prazer e, acima de tudo, porque sei fazê-lo respeitando todos os meus limites. Eu realmente gosto do álcool, seja pelo sabor, seja pelas sensações à flor da pele. Gosto de me sentar com os amigos e tomar caipirinhas enquanto o riso rola mais frouxo, ou de tomar vinho num jantarzinho bem bom a dois. (...) Se existem tantos motivos negativos para o álcool ser alvo mil debates intermináveis, é porque ele realmente faz mal se for usado de maneira abusada. Então, tem que saber beber, sim, respeitando-se e respeitando os outros. E isso não significa ter que beber pouco. Sou a favor de quem bebe para vencer a timidez, para ir se soltando aos pouquinhos, para se divertir. Mas acho péssimo quem bebe pra aparecer, quem bebe e dá escândalo, quem bebe e vai parar em hospital, quem estraga a noite de todo mundo, quem não tem limite (...).”

Os males que vêm para o bem
Juliana de Melo - http://julieinwonderland.blogspot.com

“(...) Eu me achava o máximo quando tinha meus plenos 15 aninhos e ficava nas festas com uma calça colada e top de barriga de fora, bebendo uma latinha de cerva e tragando um malrboro. Vivia crente que estava abafando quando vinha embora sem saber nem meu nome e cair no meio da rua. Até que um dia eu passei mal, tive que ser socorrida por uma dessas tendas hospitalares e comecei a vivenciar alguns fatos: meu colega teve um coma alcoólico no meio de uma micareta, outro que já estava tão viciado que bebia do etílico para dar onda e finalmente, um estimado colega meu foi para o andar de cima num acidente de carro envolvendo bebida. É - eu pensei - não dá pra ficar assim. Resolvi dar um rumo na minha vida: parar com essa de que viver perigosamente é muito cool. As calças coladas e blusas, eu dei; a bebida, parei gradualmente até conseguir alcançar o nível social; o cigarro ainda me assombra às vezes, mas eu estou quase o dominando. E sei que um dia vou ser mais careta do que tiozinho tentando parecer que tem a minha idade.”
Nathalia Duprat  -  14/07/2008 01:19:04
17
É dos cafajestes que elas gostam mais?
Está provado! Agora é científico!

Uma pesquisa realizada na Universidade Estadual de Las Cruces, no México, apontou que homens metidos ou convencidos fazem mais sucesso entre as mulheres.

Resumindo: é dos cafajestes que elas gostam mais.

Segundo o estudo, tipos como os personagens Saywer (Lost) ou o agente James Bond (007) costumam fazer muito sucesso também na vida real. Tudo porque eles, teoricamente, representam para as mulheres a possibilidade de desafio e aventura.

Mas será mesmo que é isso o que todas nós, mulheres, procuramos? Nós perguntamos para as blogueiras da CAPRICHO, participantes do Tudo de Blog, o que elas acham disso:

Você adora um bad boy ou segue a linha "cafa" bom é "cafa" morto?

Príncipe versus sapo
Natalia Moreno - http://astrolouk.zip.net

“Sempre achei que quisesse um príncipe encantado, mas percebi que prefiro um cavaleiro. Quero um Lancelot e não um Arthur! Quero um sem-vergonha que me pegue de jeito e faça com que eu me sinta a sensação da festa. Quero alguém que me dê saudades, que olhe pra moça do lado, que minta sobre minha beleza. Quero alguém que me deixe dirigir seu carro, que não chegue devagar, que me faça dormir. Quero um canalha que deixe bem claro no primeiro encontro quem realmente é e não me faça acreditar que é perfeito para depois eu descobrir que perfeição não existe. Quero alguém que não pense nas conseqüências, que seja tão impulsivo quanto eu. (...) Quero um tranqueira porque assim saberei com quem estou lidando. Hoje eu prefiro um sapo!”

Me joga na parede e me chama de Lagartixa
Juliana Rodrigues - http://caprichosa.make-up.zip.net

“(...) Sei que o mercado oferece vários modelos de homem, mas a verdade é que não dá pra resistir à lábia de um bom cafajeste. Homens, chega de bancarem o estilo romântico babão, porque este perfil não nos convence mais. Desculpem os bonzinhos, mas um pouco de ousadia é fundamental e as mulheres adoram. Queremos nos surpreender com as atitudes que só o cafajeste tem. Ele chega de repente, como quem não quer nada. E usa o poder insuportavelmente irresistível de sedução, com palavras certas, na hora certa, conquistando o controle, sabendo quando e como agir. E tem a pegada como nenhum bom moço jamais terá. Poderia até ser o homem perfeito, se não fossem por algumas falhas de vilão amoroso que nos faz sofrer: só está disponível por tempo (in)determinado, desaparecendo tão rápido quanto apareceu (...).”

Cafajeste particular
Thais Aragão - http://tlics.blogger.com.br

“Os maus despertam a nossa emoção e paixão mas, no fundo, sabemos que um dia eles irão nos deixar e choraremos rios de lágrimas. Eles transformam nossas maiores loucuras em realidade. Nos colocam na garupa da moto e dão uma volta na cidade. Os bons despertam o que há de bom em nós e nos tratam como princesas. Não ligam avisando o que vão fazer. Ligam perguntando: o que vamos fazer? Mas, sei não, acho que o que toda mulher precisa é uma mistura dos dois. Que ele faça faltar o ar, mas que deixe flores pela manhã. Que derreta com o olhar, mas que se derreta também por você. Que abrace com vontade, mas, que seja de toda sinceridade. Que ele seja um cajafeste, mas que seja só seu.

Brandos, Mastroiannis e afins
Alessandra de Castro - http://www.deferiasnesteplaneta.blogspot.com

“Costurar pela centésima vez um botão da camisa favorita, mexer constantemente na imagem da televisão que nunca fica perfeita ou comprar um sapato lindo, mesmo que fique apertado no pé, são apenas alguns exemplos que revelam o porquê das mulheres gostarem tanto dos cafajestes. Somos naturalmente programadas para consertar coisas que muitas pessoas consideram estragadas; gostamos do desafio, do vencer pelo cansaço e conquistar algo com honras e mérito, sangue e suor. Nunca acreditamos que estamos sofrendo nas mãos deles, é tudo uma questão de tempo e dedicação para transformar o canalha em um verdadeiro príncipe dos contos de fadas, mas creio que hoje em dia essa historia anda mais complicada. (...) A pose de cafajeste é sim algo atraente, chama atenção, porém, as ações não são mais as mesmas e só sendo muito desprovida de inteligência para gostar de um cara que não liga no dia seguinte ou que fica com outra na sua frente (...).”

Briga de grandes
Lívia Estrella - http://lidusurf.blogspot.com

“Não tenho jeito. Adoro um romantismo, declaracõezinhas em público e tal, mas não consigo me apaixonar por caras bonzinhos. Meus amigos dizem que eu só gosto de cara que não presta. É verdade. (...) O que me atrai é a coragem. Pra mim, o verdadeiro homem com h maiúsculo é esse. Coragem de enganar duas (ou duzentas?) mulheres ao mesmo tempo (a tal cara de pau), coragem suficiente para enfrentar o que for necessário a fim de conquistar seu objetivo (ou sua vítima!). É isso que me fascina. Pode ser que seja até uma disputa de egos, quem sabe?, uma competição para ver quem é mais forte (eu ou ele), quem vai dominar quem, quem vai se render, quem vai afrouxar ou amaciar o outro primeiro. Por isso, deixem-me quebrar a cara. É disso que eu gosto: guerrear.”

Cafajestice fake
Monique Negrão - http://www.caixinhademusica.blogger.com.br/

“Não é de se estranhar que, aos olhos das mocinhas indefesas, o cafajeste tenha um brilho especial. Eles aparentam ser melhores em tudo. Mas é só uma questão de charme. Eles devem ter alguma técnica aperfeiçoada ou dom de hipnotizar para causar arrepios e suspiros generalizados, quando não desmaios. Enquanto tudo não passa de olhares e suspiros, tudo bem. Mas quando você se apaixona por um desses Don Juans de araque e começa a sofrer, não tem nada de charmoso. Eu prefiro um cafajeste desses meio fakes que andam por aí, que latem mas não mordem, que tem um jeitinho de cafa mas de cafa não têm nada. Amam de verdade, são fiéis e muito carinhosos. Aqueles que, no meio da noite, ainda têm pesadelos e quem vai confortar os inveterados é ninguém mais ninguém menos que a mamãe.”

Nathalia Duprat  -  30/06/2008 00:36:18
76
Marcas de amor
Mensagens românticas no outdoor? Músicas apaixonadas em homenagem à pessoa amada? Declarações em praça pública? Esqueça. Isso agora é passado. Cada vez mais, as pessoas aderem às tatuagens como forma de provar, ao mundo, o amor que se sentem por alguém.

Os que concordam com a moda, dizem que é uma forma carinhosa de eternizar o sentimento. Os que abominam, defendem com unhas e dentes que isso é pura babaquice e sinal de arrependimento na certa (lembram de Kelly Key?). Mas numa coisa todo mundo concorda, está difícil encontrar amor que dure para sempre.

Confira o que as meninas do Tudo de Blog acham das chamadas tattos românticas e deixe seu comentário: você faria uma tatuagem como símbolo do seu amor?

P.s. Vocês lembram de quem é o pé da foto e como terminou essa história?

Quando o amor precisa ser provado
Caroline Selhorst - http://socontroversias.blogspot.com

“Sou uma romântica contida. Para mim, declarações de amor precisam ter restrições. Não sou do tipo que adota estratégias mirabolantes e pirotécnicas para me declarar. Nada de outdoor, Love Car, e muito menos tatuagem com o nome do amado no pé, na mão ou qualquer outro lugar do corpo. Sou do tipo que acredita que as provas de amor são expressas através de respeito e confiança. O resto são subterfúgios ou maneiras criativas de declarar o apreço pela pessoa. Amor de verdade não se prova na pele, ele está no coração (...).”

Arte em carne viva
Karen Barbarini - http://www.inkatharsis.blogger.com.br

“Todo bom amor que se preza deixa marcas. Marcas no coração, marcas na mente da pessoa, marcas naquele porta-retrato que você comprou especialmente pra por a foto do ser amado. Algumas pessoas, na hora em que a paixão está no ápice, deixam marcas na pele e tatuam nomes ou iniciais de seus amados, na busca do pra sempre. Geralmente essas pessoas são criticadas por outras pessoas que acham que isso não existe. Eu acho é que essas pessoas não entendem o que é o pra sempre. A tatuagem é feita não para te eternizar com a pessoa, mas para eternizar o momento que você passou com ela. E pra isso ela serve; ela deixa marcado o melhor do que você viveu com alguém que amou muito, da maneira mais bela que existe de se marcar um sentimento: a arte (...).”

O eterno é enquanto dura o amor
Marina Guido - http://palavrasmomentos.zip.net/

“O amor não tem dia nem hora para chegar. Ele entra sem pedir licença e se aloja no coração como se morasse ali há muito tempo. Mas pouco custa para se cansar de tudo isso e se vai, deixando para trás um vestígio de sentimento, seja ele qual for, ou uma tatuagem, por exemplo, como tem acontecido em diversos relacionamentos, como forma de demonstrar quão grande, verdadeiro e duradouro(?) é o amor dedicado há pessoa amada. (...) Nada contra quem defenda esse tipo de comportamento, mas acredito que o eterno é enquanto dura e que o amor só é grande, verdadeiro e duradouro quando é tatuado diretamente no coração, onde ninguém pode ver mas você pode sentir.”

Você marcou a minha vida
Thais Carvalhaes - http://colunadathais.blogspot.com/

“Quando vejo meu pai com o ferro em brasa marcando o gado, não consigo não comparar com uma tatuagem. Ele marca as vaquinhas lindas com as iniciais dele. Deixa lá para que os outros vejam que as vacas são suas, exclusivamente suas. E é por isso que eu não me tatuaria com o nome de nenhum namorado. (...) Amar é uma incerteza, pessoas para sempre são incertezas; podemos torcer para que isso aconteça, mas é muito improvável. E diante da improbabilidade da vida e do fato de que você é só seu, pense melhor antes de marcar seu próprio couro.”

Declarações eternas
Leila Vieira - http://www.finaldestination.blogger.com.br/

“(...) O que eu penso sobre tatuagens declarações? A maior burrada! A menos claro, que você tenha 50 anos de casado e se ache muito rock n roll pra fazer uma declaração super moderna pro seu broto! Isso sim é declaração de amor eterno! Afinal, pode ser mesmo que você morra amanhã! Agora, pessoas beirando os 30 anos saírem por ai tatuando rosto do namorado na perna, frases melosas no pé ou nome de marmanjo dentro de um coração nas costas é maior furada! Com a vida inteira pela frente, como você pode saber que essa paixão é pra sempre? Como pode existir a certeza que um belo dia você não vai olhar pro lado e finalmente encontrar a sua alma gêmea? (...).”

Different ways to say I love you
Natacha Alencar - http://doarcoiris.blogspot.com/

“(...) O que sei é que as pessoas são livres e por isso podem e devem fazer o que quiserem com seus próprios narizes (e braços, e costas, e tornozelos, e - clássico - pescoços).Tem gente por aí desenhando em si mesmo coisas tão mais frívolas, por que recriminar só aqueles que tentam ser românticos? Não acho o fim do mundo, mesmo que o relacionamento não dê certo. Quando o amor quando seca, deixa marcas muito mais sérias e profundas do que uma palavra rabiscada na pele.”
Nathalia Duprat  -  20/06/2008 01:29:57
27
Bad love day

Coraçõezinhos? Sorrisos bobos? Abraços apaixonados? É somente disso que você lembra quando pensa no Dia dos Namorados? Esqueça. Tem gente que não suporta cheiro de rosa ou bichinho de pelúcia por perto, no fatídico 12 de junho.

Confira de perto todo o ódio que algumas garotas do Tudo de Blog sentem por essa data e divida seu comentário com a gente: só não gosta do Dia dos Namorados quem está encalhado ou esse clima amoroso-comercial é mesmo muito irritante, até para quem já encontrou seu amor?

A real felicidade
Bárbara Mançanares - http://www.defloraflor.blogspot.com

“Pessoas melosas, cartões melosos e datas melosas me dão ânsia. Daquelas bem agudas. Quando chega o dia dos namorados, compro todo o estoque de vomistop na farmácia mais próxima. Existe coisa mais cafona que um casal de mãos dadas, no domingo, na pracinha da cidade? Claro que não. Aliás, tem sim: aqueles carros de mensagem que colocam de fundo uma música clááássica com saxofone e lêem um versinho tirado de um site de poesias baratas. Eu, que não tenho namorado nem rolo nem nada, é que estou por cima. Ganhar presentinho para quê? É bom que eu não preciso dar e economizo. Assim posso alugar filmes românticos lindos, super melodramáticos, acompanhados de uma caixa de chocolate e muito doritos. Eu é que sou feliz,minha gente.”

Sendo bem sincera
Ana Carolina Spadin - http://www.justmyhellf.blogspot.com

“Não me importo nem um pouco com o Dia dos Namorados. Não ligo em andar pelas ruas escuras perto de casa e ver as vitrines dos mais variados lugares cheias de corações e flechas do cupido e também não me importo nem um pouco em ouvir as pessoas pensando alto no que dar para seus amores. Na verdade, acho in-crí-vel! É o máximo ver todo o mundo se descabelando enquanto eu lixo as minhas unhas pacientemente, sem me preocupar com presentes ou onde vou colocar as flores, porque eu não vou receber. Pra ser bem sincera, eu até arriscaria dizer que odeio o dia dos namorados. (...) Odeio o dia dos namorados mesmo porque não tenho idéia de como deve ser passar ele junto com alguém, odeio principalmente porque tenho que assumir uma pose blasè e fingir que nem me importo em me sentir a última solitária do mundo. Não, solitária não. Eu ainda tenho o meu cobertor e o meu pote de sorvete.”

O dia do fingimento
Vanessa Bittencourt - http://pollyok2.zip.net

“Para mim, o dia 12 de junho é o dia do fingimento. Dia de fingir que não estou vendo pequenos corações saindo das cabeças dos casais. Dia de fingir que não me importo com o açúcar que sai dos apaixonados (onde estão as formigas quando preciso delas?). Dia de fingir que não me incomoda o fato de estar solteira e não ter nem que comprar, nem que ganhar presentes. Dia de fingir que não é chato não ter alguém para dizer Eu te amo. Dia de fingir que o amor não é lá grande coisa e que 12 de junho não é nada mais do que a véspera de 13 de junho.”

Dia de quê?
Vanessa Negrão - http://www.nopainnogain.blogger.com.br

“Nunca liguei para o dia dos namorados, acompanhada ou não. Sozinha, nunca sofri com as propagandas. E o primeiro namorado que conseguiu agüentar até essa data chegou à minha casa com quatro pacotes, bombons franceses e foi recebido com um: Presente? Que dia é hoje? Então, com a desculpa de que eu esqueci o presente dele na casa da minha tia, comprei alguma bobagem, dias depois. Pra mim, o dia dos namorados não significa nada. Dias legais são aqueles em que você comemora aniversário de namoro, do primeiro beijo, de um dia especial, de uma viagem... Muito mais legal comemorar datas particulares – e com significado – do que passar um dia enfrentando filas enquanto metade do mundo celebra o simples fato de ter alguém pra chamar de seu.”

No dia 12 de junho...
Bruna de Freitas - http://ruadasilusoes.zip.net

“... vou acordar mal-humorada, enrolar até me arrumar para ir pra escola, tomar café correndo e sentir que vou perder minha carona se continuar demorando tanto para pentear o cabelo. Depois vou chegar na escola e achar primeiramente as minhas amigas solteiras. Na hora do intervalo, vamos ver 48746541 de casais trocando presentes, beijinhos, abraços, sorrisos e mil e uma coisas que não lembro. Irei para casa almoçar e com certeza me depararei com casais felizes andando juntos e mil corações espalhados pelas lojas. A cartolina vermelha das papelarias vai acabar, os cartões da seção Dia dos namorados irão acabar, os chocolates irão acabar e a minha paciência irá acabar. E, depois de tudo isso, eu vou olhar pro(s) meu(s) amor(es) platônico(s) e ver o quanto eu sou (in)feliz. E vou chegar em casa, lá pelas 9 da noite, doida para tomar banho, doida para dormir, cansada e sem namorado.”

Os 3 Ds: Dia dos namorados, Desespero e Dignidade!
Diandra Arbia - http://letrinhas-aleatorias.blogspot.com

“(...) Sabe aquele tipo de menina que duas semanas antes do Dia dos Namorados fica doida e faz tudo para ser pedida em namoro até mesmo pelo motorista do ônibus que ela pega pra ir pra aula? Então, EU ODEIO! E cruzar com uma dessas por aí me faz odiar ainda mais um tanto o dia dos namorado. Acho muito mais digno passar o dia de molho em casa, de pijama, com as amigas, comendo brigadeiro de panela, tomando tequila e vendo filme romântico do que sair desesperada à caça. Não namoro há uns quatro anos, aprendi a viver comigo mesma por que acredito que pra namorar, tem que estar apaixonada. E enquanto eu não estiver, o Dia Dos Namorados, para mim, não passará de uma comemoração com as amigas solitárias, mas cheias de dignidade!"

Nathalia Duprat  -  09/06/2008 21:48:22
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O Tudo de Blog fala sobre os assuntos mais legais e interessantes que estão nos jornais, nas revistas, nos shoppings ou nos bares da esquina. O mais legal é que as opiniões são sempre dadas pelas blogueiras que participam do Tudo de Blog da CAPRICHO.